Vou começar pelos cardos. Quem não os conhece!?
São utilizados
no queijo... queijo sem cardo, não é queijo!
Ontem, 17 de Julho de 2015, resolvi fotografar tudo o que
encontrasse para colocar no meu blogue. Uma promessa que se repetia sempre que
ia ao “campo” alentejano.
São muitas as plantas “secas” que povoavam o chão alentejano.
Apontar a favorita, é difícil.
Outras maiores que ficariam bem em qualquer tipo de jarra.
Até um ramalhete (“bouquet” para quem não conhecer o termo)
encontrei no campo Alentejano.
Ou uma solitária:
Ou outras. Linininindas (como dizem quando se referem às
marchas)!
Ou peludas (como a barata que dizia ter um sapato de veludo –
cantiga infantil).
Até os líquenes são lindos!
Também as plantas aquáticas (cadê as rãs?... só se ouviam os
sons).
Ir ao Alentejo e não ver cegonhas, é como ir a Roma e não
ver o Papa.
Ou não ver os patos ou outros (carraceiros!?) junto às pequenas barragens… (mal nos
aproximamos, fogem a esconderem-se).
Também as andorinhas andam a reunirem-se para combinarem a
ida pró estrangeiro.
Umas cotovias andavam a encher o papo… lá consegui “apanhar”
uma curiosa! Foi a 1ª vez.
Os gafanhotos também andam aos saltos, mas este parece ser
do Sporting (ahaha)!
Uma libelinha de asas transparentes…
São hiperativas, difíceis de se fotografar.
E outros “bichos” voadores:
Ao todo foram 150 fotos batidas numa manhã em pleno Alentejo.