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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

PARA QUE A MEMÓRIA PERPETUASSE...



Em tempos, fiz esta página na net sobre a minha cadela que viveu comigo 12 anos.

Apesar de neste momento ter 3 cães, uma fêmea e 2 machos, é impossível esquecer a Lusa que ia para todo o sítio comigo.



Era o “terror” dos meus amigos… Quando os via, caminhava a correr e a saltar para eles, toda contente... mas eles tinham a sensação que ela queria atirar-se a eles… no entanto, quando chegava ao pé deles, desviava-se. Matreira! Ainda hoje, quando falamos dela, ainda se lembram dessa situação e do susto que apanhavam.

Era grandalhona, um pouco bruta, mas muito meiga. Tinha medo da trovoada, fugia para debaixo da minha cama. Nada, nem ninguém fazia-a sair dali enquanto durasse a trovoada. Trovoada, foguetes ou tiros!

Fui parteira das duas vezes que teve crias e, da primeira vez, quando algum “chorava”, ia-me chamar para que a ajudasse. Quer fosse dia ou noite… resultado: tive de arranjar maneira de dormir perto dela.

Foi esta a página feita pelo meu amigo de infância, que me fez voltar a revivê-la.

Sim, Tony, lembro-me do Tejo... das corridas na praia, dos saltos que dava para apanhar a bola de ténis, que era mandada o mais alto que conseguíamos... de não nos deixar sair pela porta da frente, metia-se à nossa frente e ladrava... que estranho! Descobriu-se que havia uma cobra!

As coisas boas (fora a cobra) devem ser recordadas com carinho!
  

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

AS CORES DO OUTONO!

Hoje é dia de São Martinho!
Além das castanhas ganhei um grande Morango... 
que veio dar COR a São Martinho!



Também as flores mantêm a sua COR no nosso OUTONO!


E alegram o OUTONO da VIDA de cada um!


(O nosso velhote que nos adoptou num 25 de ABRIL)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

FINURAS

O mais novo membro da "família".





"Pensava-se que não se criava" - é assim que ainda hoje se fala sobre o Finuras (nasceu a 30 de Maio de 2009). Foi o primeiro a nascer, de marcha atrás, mas de pouco apetite (foi necessário dar-lhe "biberão").